terça-feira, 11 de junho de 2013

Exercícios fazem diferença no tratamento da hipertensão, mas é preciso seguir cuidados

Exame médico e percepção do esforço são fundamentais para um treino sem riscos ao paciente

Foi-se o tempo em que o portador de uma doença crônica era orientado a ficar em repouso, para evitar qualquer risco. Hoje a ciência comprova a importância da atividade física como tratamento coadjuvante em diversas dessas doenças. Diabetes, DPOC, insuficiência cardíaca e hipertensão arterial entram na lista de beneficiados pelo exercício.

Ao contrário do que muito se pensa, um treino bem orientado e bem dosado diminui os riscos associados à hipertensão . "Além de combater a obesidade e melhorar o metabolismo como um todo,  exercício fisco trabalha grandes grupos musculares, o que diminui a resistência dos vasos à passagem do sangue e, em conseqüência, reduz a pressão arterial", explica a cardiologista Rica Buchler.

Mas antes de começar a praticar, é preciso saber que existem cuidados que devem ser tomados antes, durante e depois dos exercícios. Saber quais são eles diminui muito a possibilidade de qualquer surpresa desagradável. A seguir, nós do Body Mind Soul Energy te mostramos quais são. Coloque-os em prática e treine com segurança.

Antes de tudo: consulta médica e teste ergométrico

Uma boa avaliação médica antes de começar a praticar exercícios físicos é requisito básico para qualquer pessoa que se preocupe com a própria saúde. Para o hipertenso o cuidado dobra. "Este paciente deve, obrigatoriamente, passar por um teste ergométrico, solicitado pelo médico, que vai determinar a intensidade com que ele pode se exercitar", explica a cardiologista Rica Buchler.

Esse teste é realizado em esteira e com monitorização contínua da pressão arterial, frequência cardíaca, eletrocardiograma e sintomas. Com os dados colhidos, é possível fazer um cruzamento dos dados da pressão arterial com os da frequência cardíaca, determinando em que faixa de batimentos por minuto o treino é feito com a pressão em níveis seguros.

Quanto à frequência e tempo, a especialista indica: "uma boa recomendação é que o exercício seja feito, inicialmente, três vezes por semana e com duração de 30 a 50 minutos, mas esses números podem variar em cada caso", conta a especialista.

Atenção aos sintomas

Dor ou pressão no peito,  falta de ar e cansaço extremo são sintomas que podem surgir se você está ultrapassando os seus próprios limites."Eles, juntamente com alterações de eletrocardiograma, também podem ser detectados durante o teste ergométrico, por isso, há segurança na prescrição de atividade física para o hipertenso, diminuindo muito as chances de qualquer mal estar", explica Rica Buchler. Caso eles apareçam durante o seu exercício físico, é hora de diminuir o ritmo ou até de parar, de acordo com a sua sensação, e pedir ajuda.

Antes de progredir a atividade física

Você está indo bem e animado para acelerar o passo? Antes disso, você deve voltar ao consultório do cardiologista. "Um novo teste ergométrico deve ser realizado não apenas para ver se houve progresso na capacidade física, mas também para avaliar se o exercício pode ser intensificado", explica Rica Buchler. "O objetivo é sempre que o paciente tenha uma vida muito próxima ao saudável: não existem limites fixos para a intensidade da atividade para o hipertenso, mas a progressão deve ser feita sempre com ajuda de um médico".

Monitorando o exercício

"Uma simples caminhada para alguns pode ser um exercício extenuante para outros, por isso individualizar é o segredo de uma boa orientação", explica o cardiologista e médico do esporte Daniel Daher, do Hospital do Coração, de São Paulo. "Se há um controle adequado da doença, não é preciso necessariamente medir a pressão sanguínea antes e depois do esforço". Neste caso, vale monitorar a frequência cardíaca e prestar atenção na percepção de esforço: se o cansaço estiver extenuante, é hora de parar. "Falta de ar,  dor no peito e taquicardia também merecem atenção, mas os sinais de maior importância são o aparecimento ou piora de sintomas em graus de esforço que antes eram feitos sem maiores problemas". Conte ao seu médico se qualquer um desses sintomas aparecer.

Não fique só na caminhada

O exercício com pesos - com carga leve à moderada - leva a formação de novos capilares sanguíneos. "Isso diminui a resistência periférica dos vasos e a sobrecarga ao coração e ainda aumenta a oferta de nutrientes, hormônios e oxigênio aos tecidos", afirma o fisiologista do esporte Raul Santo, professor da Faculdade São Judas Tadeu, de São Paulo. Se bem feita, a atividade ajuda no controle da doença e diminui a pressão arterial em repouso.

"Praticar exercícios que promovam relaxamento, como algumas técnicas de yoga, relaxamento da mente, também estão recomendadas", explica Daniel Daher. Eles atuam na diminuição do estresse e por isso são benéficos na redução da pressão arterial.

Medicações

Os betabloqueadores, medicação comumente usada por quem tem hipertensão, podem influenciar a freqüência  cardíaca, variável importante para que seja feito um treino seguro. Por isso, quem toma essa medicação precisa de alguns cuidados especiais: "é necessário estabelecer a freqüência  cardíaca de treino de acordo com a freqüência  cardíaca de reserva, um cálculo que considera a freqüência  cardíaca antes e depois do exercício", explica a cardiologista Rica Buchler. Além disso, também vale ficar atento à percepção de esforço e sintomas que surgirem durante o exercício.

Escolha o melhor horário para você

Tem gente que funciona muito bem de manhã, outros se sentem com mais disposição durante a noite. "A escolha do horário de treino depende principalmente da vontade do praticante", explica Rica Buchler. Por isso, ele deve ser determinado em função do período do dia em que você se sente melhor e não pelo horário em que você toma a medicação.

Mas se você está em dúvida, um exame chamado MAPA (Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial) pode te ajudar a escolher o período do dia destinado ao exercício físico. "O MAPA registra a pressão arterial durante um dia inteiro e pode indicar o horário em que ela está mais estável e própria para o exercício", conta a especialista. Esta é uma material especial que oferecemos a você com exclusividade cedida em parceria com a revista Vida.
Body Mind Soul Energy

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Sua energia é terapia e traz alívio emocional e restaura o vigor físico.


O poder da sua mente é um complemento para ajudar a medicina tradicional, para  equilibrar a  sua saúde com a força da sua energia mental.
A energia da mente, pode promover transformações no ser humano, era usada na Antiguidade. Egípcios, indianos e chineses já conheciam o poder do espectro e usavam a favor do equilíbrio físico, mental e emocional. De lá para cá, essa sabedoria se perdeu ou foi transformada em outros tipos de terapia, só agora procura-se restabelecer e aprimorar para o uso dos tempos atuais quando a humanidade se vê diante de uma nova proposta de vida a qual caminha na velocidade máxima que o universo assim permite.
Abaixo, explicamos como esse tipo de terapia funciona, revela o poder da inteligência que é a sua luz   ensinamos uma técnica simples e relaxante para você fazer em casa.


1) Em que situações a energia humana funciona?
  Através primeiramente de um dialogo aberto revisionando toda uma vida do paciente na qual ele mesmo aprende a promover uma auto afirmação  do seu próprio EU. Como complemento secundário através de seu interior - inteligência -   e direcionada  com  uma mensagem dirigida ao EU pessoal, procuramos estabelecer o equilíbrio e a harmonia do corpo, da mente e das emoções, restabelecendo o equilíbrio das energias do interior do corpo. Este tratamento pode ser utilizado com eficiência por todos, como complemento do tratamento dado pelo médico ou, simplesmente, como uma forma preventiva.

2) Ele alivia que tipo de problema?

Trabalhando a energia humana pode-se aliviar problemas físicos, psíquicos e emocionais. 



3) Esse tipo de tratamento tem comprovação científica de eficácia?

Há várias centenas de anos, a energia humana vem sendo pesquisada por inúmeros pesquisadores do mundo todo. Porém, os povos que mais persistiram em suas pesquisas foram os maometanos, tibetanos, hindus e caldeus; e por fim, todos queriam saber exatamente em que consistia o corpo humano. 
De todos os povos, o que mais sofreu, na pesquisa da aura humana, foi o hindu, pelo seu arrojado valor científico e persistente, enfrentando a tudo e a todos, a fim de levar a cabo todas as experiências que porventura tivessem como saliência o ser humano.
Na teoria do maometanos e tibetanos o homem receberia energia diretamente da luz solar que deveria penetrar no cérebro, dando às células forças para sobrevivência.
Os Hindus, muito mais aguerridos à pesquisa humana (admitiam a possibilidade da existência de cinco cavidades microscópicas no cérebro, que receberiam, talvez, uma energia até então desconhecida, capaz de fazer funcionar as células cerebrais.
 As pesquisas se intensificaram e correram o mundo.
Todos pesquisavam secretamente, quando em 1935 aproximadamente, vinha a público o casal Kirlian, conseguindo provar, através de uma kirliangrafia, a existência de uma energia na periferia do corpo humano.


Mais e mais se interessaram os pesquisadores pela energia humana, por mais esse fio de esperança que se abria em suas frentes, quando, por volta de 1938, nos Estados Unidos, um pesquisador inglês admitia a possibilidade de penetração de uma energia no cérebro humano, vindo confirmar a teoria dos Hindus.
Depois de intensas pesquisas e de longo tempo, chegou-se à conclusão de que, realmente, cinco cavidades microscópicas existentes no cérebro humano eram receptoras e emissoras da energia humana.
 Mas, que energia seria essa?
 Cósmica, telúrica, radiônica, orgônica, clutônica?
 Não se tinha certeza, pois ainda não se havia pesquisado a espécie da energia penetrante no cérebro.
 Seis meses após, o Rádio Biômetro em testes de um pesquisador norte-americano acusava a penetração de uma energia no cérebro humano, talvez telúrica, radiônica, ou mesmo cósmica, contornando-o com uma defasagem na altura do ombro esquerdo.
 Meses após, nos vinha outra informação de que a energia em pauta era telúrica e se alojava justaposta ao nosso corpo, seguida de uma onda de vinte e um centímetros de comprimento sobrepondo-se à primeira, e que as mesmas penetrariam em nosso corpo através de nossos pés.


Em Setembro de 1940, descobríamos que uma outra energia realmente penetrava em nosso cérebro, e após orvalhá-lo iria unir-se às demais, já alojadas na periferia do nosso corpo.
 Depois de longas pesquisas, conseguimos discernir as energias assim distribuídas:
 Telúrica, Radiônica e Cósmica .
Energias essas, penetrantes no corpo humano, que dariam consistência ao nosso emaranhado celular.
 Mas, como uma energia nunca poderá sofrer impacto com a mesma energia, em nossa opinião, as três energias deveriam trabalhar pela lógica, da seguinte forma:
 Uma seria positiva, outra, a negativa e uma restante, a que iria servir de resistor, resistência, no fechamento do circuito.
Abre novas dimensões para compreender os conceitos de identidade psicossomática, que nos foram apresentados, pela primeira vez, por Wilhelm Reich, Walter Canon, Franz Alexander, Flanders Dunbar, Burr, Northrup e muitos outros pesquisadores do campo da psicossomática.
Barbara Ann Brennan, curadora praticante, psicoterapeuta e cientista, foi pesquisadora da NASA depois de completar seu Mestrado em Física Atmosférica na Universidade de Wisconsin. Nos últimos 15 anos vem estudando o campo da energia humana, envolvendo-se em projetos de pesquisa sobre o assunto. Aprofundou-se em energética do Núcleo no Instituto for the New Age. Autora do livro Mãos de Luz.
 

4) Qual a origem? 
 A origem assim se resume:  tudo  esta dentro de cada um de nós, somos um potencial criador de nossas próprias energias. Trazemos cada um a nossa potencialidade onde podemos administrar da forma que nos convém.

5) O uso de música no ambiente interfere no processo? 
O uso da música no ambiente ajuda o paciente a relaxar mais na sessão, entrando em contato com o seu interior, neste caso preferimos as mensagens de auto ajuda. 

6) Quantas sessões são necessárias para alcançar algum tipo de resultado?
O resultado que se quer alcançar irá variar muito com o tipo de desequilíbrio que o paciente possui. Na primeira sessão o paciente pode ver os primeiros resultados, ou pode-se precisar de mais sessões para começar a sentir um resultado. 


7) E como é a dinâmica de uma sessão? O paciente apenas fica deitado?
Nas sessões, o paciente fica deitado, isso irá ajudar no processo através do relaxamento total do corpo. Em uma aplicação de energia, por exemplo, o paciente precisa ficar deitado, para que se possa usar as correntes longitudinais de energias do corpo do paciente. Dependendo  dos pontos dos meridianos que serão estimulados, o paciente pode ficar sentado ou deitado. 


8) Quanto, em média, custa o tratamento? Ele é pago por sessão? 


O custo do tratamento varia muito de terapeuta para terapeuta. As nossas sessão de terapia se dividem em tres etapas; as quais custam: de $45,00  $ 65,00 e R$120,00.
 


9) Dá para improvisar alguma coisa em casa? 
As pessoas podem fazer meditações em casa visualizando uma luz azulada, respirando profundamente e relaxando. As doutrinas orientais nos mostram  que a visualização nos leva a camadas muito profundas da consciência, onde a sabedoria natural se manifesta e o inconsciente se embebe de sugestões positivas propostas por nosso consciente. Esses métodos são chamados de "visualizações criativas" pelos antigos. Medite  sobre ela uns dez minutos, pelo menos.